Sobre

Existem quatro maneiras de se atender a uma necessidade. Autoprodução, que ficou lá atrás nas antigas produções feudais para subsistência. A coerção, a qual brasileiros dos grandes centros urbanos invariavelmente acabam conhecendo algum dia — o ladrão que leva algo coercitivamente. A súplica, outra que, infelizmente, quem mora em São Paulo conhece bem: pessoas em flagelo pedindo ajuda na rua. E a que veio a mercadologia: a troca. Afinal, marketing é sobre satisfazer necessidades e desejos por meio dela.

Sobre a troca, existem, ao menos, duas partes envolvidas. Cada parte tem algo que pode ter valor para a outra. Pode se comunicar e fazer a entrega. E é livre para aceitar ou rejeitar a comutação. Por mais digital, o marketing continua sendo troca desde os mercadores antigos.

Comunicar, por mais tecnológica a plataforma, ainda é alguém ou algo emitindo mensagem codificada para outrem decodificar, por meio de um suporte ou mídia adequada. Desde os tempos remotos, o ser humano se comunica por linguagem verbal codificada, cada palavra tem um significado quando dita e isto o diferencia do animal. E depois vieram os desenhos nas cavernas, a escrita, a imprensa, a fotografia, o cinema, o rádio, o vídeo, a tv. E a internet, minha “parça” desde 1997.

Eu entendo que minha missão de vida é direcionar a criatividade abundante que trago comigo — desde criança — para o marketing e comunicação, ajudando empreendedores a lucrarem. Bem simples e sem firulês.